segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Que se foda!


Estou por um tris. Sério mesmo por um tris! Entenda o seguinte: eu não vim até aqui pra desistir quando a coisa finalmente alcança um nível "x" de estabilidade, alguém chegar e dizer pra mim, "era melhor como tava..." Era melhor nada! Sei muito bem o que quero e quais são os meu objetivos. Estou farta. Farta de sua instabilidade de mulher de fases que hoje quer um vestido godê de poas e cinco minutos depois tá sonhando com um jeans surrado cheio de buracos e uma camiseta do The doors.

Por favor não me venha com esse seu sorrizinho safado de quem acha graça das coisas que eu tô falando, sabe muito bem que é verdade. Ainda mais, estou sendo bem amena você sabe muito bem que é pior do que tudo isso. Ai que ódio desse seu sorrizinho safado! Ai que ódio dessa sua capacidade filadaputa de fingir que não tem nada acontecendo! Ai que ódio... QUE ÓDIO! Ai que ódio de mim mesmo que não consigo odiar você!

E essa ternura toda que rola por aí... essa meiguice exagerada nas pessoas, esses casais melosos demais, esses sorrisos rasgados, essa sensação de felicidade eterna... grande porcaria. Com você as coisas sempre estiveram por um tris, sempre foi tudo muito pavio curto.Tudo era sempre muito forte. o Cheiro era forte, o suor era demais, o prazer era demais, a raiva era demais, a paixão era demais... Tudo. Feito um palito de fósforos em chamas. Fugaz. sempre fugaz.

Eu não queria desistir assim tão fácil.... de verdade não queria mesmo. A questão é que não dá pra gente se aquecer com um foguinho tão miúdo. No máximo faz uma luzinha. É pouco. Mas foda-se, enquanto eu tiver forças vou tentar.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Falou? Era verdade pelo menos?

Tem tanta coisa que me entristece. Uma delas é o chamado "falar as coisas sem saber". Isso me irrita demais. Não entendo o porque das pessoas falarem o que não sabem. Te julgam pela roupa, pelo cabelo, pela tatuagem que você tem. Você não liga, mas tem horas que a coisa vai formando uma bola de neve e isso acaba afetando. E muito. Pelo menos a mim, afeta. Me deixa triste, de mau humor. Com vontade de tacar fogo no mundo.

Houve uma vez que falaram pra minha avó que eu estava trazendo mulheres pra transar em frente a minha casa. Levei esporro. Minha avó mesmo sabendo que eu sou gay não fez nada pra me defender. Isso é o que mais me irrita. Você mora com uma pessoa que viu você nascer e na hora que você precisa de uma ajuda, ninguém dá moral porque seu crédito com essas pessoas está abaixo de zero. Claro, errei inúmeras vezes. Fiz cagadas. Não fico bravo com ela. Mas o fato de eu ter saído do armário e ter causado uma reviravolta na cidadezinha pequena com preconceito, já foi grande coisa. Pois tirei muita gente do armário.

Mas o fato não é nem pela sexualidade, e sim pela fofoca. Um monte de gente aqui da cidade me critica por ter esse blog, por falar as coisas sem medo da crítica. Não tenho medo mesmo. A internet ta aqui pra isso, pra você colocar a boca no trombone, se impor. Não é falar mal quando você esta falando a verdade. Quando me chamam de "bichinha loka" não fico com raiva das pessoas. Eu sou uma bicha louca mesmo, mas as minhas contas quem paga? ein? sou eu não é? então porque eu vou ligar pra um apelido tão idiota como esse. O que me enoja é a hipocrisia das pessoas. Principalmente as que agem escondido e depois vem com pedras na mão te julgar, te humilhar.

Claro, falo isso aqui porque realmente o que anda me irritando nos últimos dias são as fofocas mentirosas, as conversas mentirosas que muitas vezes saem ao meu respeito. Quer falar de mim? fale a verdade. Não precisa inventar "n" lugares, ou "n" homens ou mulheres. Porque ainda todo mundo acha que eu pago de gay pra pegar mulher. JAMAIS precisaria disso. JAMAIS mesmo. Se tem uma coisa que a vida me ensinou foi ter opinião própria. Se eu beijo mulher, acho que o problema é meu. Se eu pago pau pros "macho" o problema AINDA é MEU e ponto.

Fale, pode falar. Mas fale a verdade. Não se baseie em boatos. Eu também não preciso da língua de ninguém. Eu tenho meu próprio jeito de divulgar.

Sem mais.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Em que posso ajudá-lo?

Uma coisa simples mas que faz toda a diferença em qualquer empresa que lida com o público: atendimento de qualidade. Se tem uma coisa no mundo em que eu não sou lá essas coca-colas é cozinhar, e como moro sozinha tenho duas escolhas, ou me aventuro na incrível arte culinária ou procuro um restaurante em conta. A ultima opção é sempre a melhor pois só assim como direito.

Perto da minha faculdade, tem um desses, não chega a ser beeeem um restaurante. Trata-se da casa da dona mesmo, onde ela faz comida em uma quantidade considerável e vende os pratos prontos a R$6,00. O ambiente lembra bem a casa de uma tia querida, até mesmo a casa da vovó, o mesmo eu digo do atendimento, a coisa é tão intimista a comida é tão gostosa que dá vontade de voltar sempre! Semana passada eu fui no centro de Recife para mandar imprimir meu portfólio de fotografias, a loja tinha os preços até interessantes mas o atendimento era uma porcaria.

Primeiro que os funcionários pareciam não saber o que estavam fazendo e pior, deixavam isso bem claro. Não é por que eu estudo fotografia não mas creio que é uma questão de respeito com quem fica do lado de cá do balcão, principalmente em se tratando de restauração de fotos antigas, que são sempre carregadas de sentimentos. Explico o que me motivou a escrever esse post. Quando fui deixar o material digital chegou um senhor com uma foto um pouco menor do que a medida comum [10X15]. 

A foto estava um pouquinho desbotada, só isso, não haviam ranhuras, manchas, ou qualquer coisa que realmente tivesse danificado a imagem. Ele foi saber quanto era uma restauração e queria amplia-la num tamanho consideravelmente grande. Primeiro a balconista, com a delicadeza de uma jumenta, disse que não sabia se eles fazia o tipo de serviço [oi?!]. Daí por uma janelinha de vidro ela passou a foto para o que deveria ser o laboratorista, que, tal qual um atirador de elite,  nem se deu o trabalho de sair da salinha em que estava para explicar que não tinha o que restaurar e no tamanho que o senhor queria  não ia ficar bom. 

Até então ninguém tinha falado em preço e o senhor insistia em saber quanto seria, e a balconista, com a leveza de um paquiderme respondia trucentas vezes: "Aqui não faz!  Aqui não faz!". Nessa hora eu tive que intervir: "Ele só quer saber quanto seria a ampliação...", só então ela falou em preço, mesmo assim reforçou que ia ficar ruim sem explicar o porquê. Nessa hora o homem já estava contando a história da foto pra ele, que era a turminha da escola da esposa, que queria fazer-lhe uma surpresa que se surpreendeu com a presença da mãe dele na foto... Juro fiquei comovida e incrível com a insensibilidade dos atendentes!

Peguei meu canhoto pra buscar as minhas fotos horas depois. Lógico eu já tinha me oferecido pra fazer o trabalho que eles se negaram a fazer na loja. O pagamento? R$5,00, uma água de côco e uma história para contar. Fotografia é memória, é lembrança, é apego, é sentimento acima de tudo sentimento. Se um atendente desses desmerece uma foto, por mais simples que seja está desmerecendo o sentimento dos outros, e creia, isso vai muito além de questões técnicas. Se o laboratorista tivesse um tiquinho de bom senso sairia de onde estava para conversar com o dono da foto e explicar o que poderia ou não ser feito. Foi o que fiz.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Entre tapas e puxões de cabelo

Evito a briga, mais não evito a humilhação que muitos fazem pra me criticar.

Gabriela Rodrigues

Não desejo mal aos meus desafetos . Deixo que a lei do retorno , compre essa briga por mim !!!

Amanda Elesbão

No sábado minha amiga estava farta já das provocações de uma certa aí. Sim, ela mandava mensagens pesadas. Coisas do tipo: você dá o cu por dinheiro! Minha amiga não deve, e deixou quieto. Não abriu B.O pois já tem N pessoas abrindo B.O contra essa mesma pessoa. Então, minha amiga preferiu conversar pessoalmente. Fomos pro baile no interior do interior aqui e chegando lá estava a tal pessoa. Não provocou. Dizem que o chip foi roubado. Mas e a pessoa que roubou era tão amiga dela? que não tem como acreditar que quem roubaria o chip DELA especialmente pra denegrir a imagem, não cola né? Não somos os mais discretos mas não consigo acreditar nisso, mas não consigo mesmo. Essa mesma pessoa há tempos já vem falando merda, inventando histórias, querendo parecer a santa. Coisa que me dá NOJO, gente PUTA que se faz de SANTA. A pessoa tem a vida mais suja da vila e sempre acha que é a mais limpinha. Isso me enoja. Não sou perfeito, tenho defeitos e falhas. Por isso odeio hipocrisia. Falam montes de mim, mas minhas contas ninguém quer pagar né.

Encurtando: minha amiga no alto do gole, lembrou das mensagens e quando viu ela então resolveu dar um BASTA. Deu tapa, arrancou masso de cabelo e por fim humilhou a pessoa em praça pública. Se acho isso bonito? nenhum pouco. Acho que tudo dá pra resolver na conversa, mas minhas amigas não pensam assim. Na realidade todo mundo quando pode resolve no chute, no grito, no puxão de cabelo. Não desmereço minha amiga por isso. E porque eu resolvi postar isso aqui? porque essa mesma pessoa que teve os cabelos expostos na medina já falou coisas horríveis sobre a minha pessoa. Sobre minha família. Se tenho ódio? óbvio que não. Porque se tivesse eu já teria passado a máquina zero nas madeixas dela, mas não o fiz. Deixei pra outra pessoa fazer. Não esperava que seria minha amiga. Agradeci a ela por isso.

Não suporto a hipocrisia das pessoas. Não suporto mesmo. Uma coisa que posso me vangloriar é que hipócrita eu não sou. Chamou de vagabunda, chamou de puta e achou que ia ficar por isso. Uma prova viva de que era realmente ela é que o telefone da minha amiga parou de tocar privado. Também parou de receber mensagens estúpidas. Engraçado né? Coincidência? Não acredito em duendes.

Enfim, não apoio briga. Não acho legal, mas tem pessoas que só param de incomodar na paulada. Se existisse mesmo uma havaiana de pau seria uma benção. Não entendo o porque da pessoa comprar um chip (quer dizer VÁRIOS) pra ficar incomodando os outros. Se passando por pessoas inocentes. Já que não tem nada pra fazer vai ler um livro, vai fazer sexo, vai se ocupar. Aí depois que é humilhado por todo mundo, aí chora, se escabela. Apesar que segundo fontes essa idiota não tem mais nem credibilidade na delegacia, toda semana diz que aparece lá chorando. Que estranho né? Se fosse uma pessoa boa, que cuidasse da sua vida não estaria todo santo dia na polícia querendo foder os outros. Querendo jogar a culpa nos outros. Estou farto de gente assim. É cidade pequena né; mas acho que todo mundo se cuidar da sua vida consegue viver em paz.

Esclareço aqui porque quero deixar registrado, tenho direito a me expressar. E claro, pra não falarem que fui eu que bati. Porque jamais faria o Dolabella. E confesso que adoro ver mulher brigando. Homem não é interessante porque o homem fica feio, perde o tesão. Mas mulher, é lindo haha.

Enfim, destilei meu veneno e agora vou me ocupar porque eu sim tenho coisas pra fazer ao invés de ficar comprando chip e incomodando geral.

Grato.